Fawzia Fuad, a vênus trágica (1921-2013)

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Princesa Fawzia do Egito (1921-2013), em 1938. Filha do rei Fuad I do Egito, tornou-se rainha do Irã no ano seguinte, quando se casou com Mohammad Reza Pahlavi. (Foto de Keystone/Hulton Archive/Getty Images)

Parece que as princesas egípcias se especializaram em passar para a história por sua beleza. De Nefertari a Cleópatra. Mas a mais recente beldade do Egito foi Fawzia Fuad. A princesa nasceu em 5 de novembro de 1921 no Palácio Ras el-Tin em Alexandria, sendo a filha mais velha de Fuad I do Egito (1868-1936) e sua segunda esposa, a rainha Nazli Sabri (1894-1978).

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A vida secreta das princesas árabes

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Presidente do Conselho de Moda Árabe na Arábia Saudita Princesa Noura bint Faisal Al-Saud entra em seu carro enquanto vai ao shopping al-Faisaliyah, na capital saudita Riad, em 19 de abril de 2018. – A princesa inspirada por seu tempo vivendo em Tóquio é a nova face da moda em um reino ultraconservador, onde reformas dramáticas provocaram partes iguais de otimismo e ceticismo. (FAYEZ NURELDINE/AFP/Getty Images)

A maioria das mulheres no mundo árabe é desfavorecida – e as mulheres mais privilegiadas geralmente têm o pior de tudo.

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11 detalhes historicamente imprecisos de ‘Vikings’ do History Channel

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Pôster promocional da primeira temporada da série Vikings. (Foto de The History Channel)

Quando os espectadores assistem a um filme ou programa de TV, eles realmente não devem dar como certo a “realidade” apresentada em seu enredo. Na verdade, você teria que ser realmente ingênuo para fazer isso. No entanto, há momentos em que você realmente não sabe se deve acreditar no que está vendo ou não, especialmente se o canal que você está assistindo tiver “History” em seu nome. Um desses casos é a série Vikings do History Channel, um drama histórico que se supõe ser vagamente baseado em fatos e sagas nórdicas.

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Mary King’s Close

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Parte do Mary King’s Close. (Fonte: Bucket List 127)

Parte do fascínio de Edimburgo é a infinidade de narrativas históricas tecidas em seu tecido cultural, algumas das quais estão guardadas no interior mais profundo da cidade. Talvez a mais envolvente de todas seja a do Mary King’s Close, um lugar subterrâneo cercado de mitos e de assombrações das vítimas da “Peste Negra”.

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A maior vitória do Islã: a queda de Constantinopla, 29 de maio de 1453

Mehmed II entrando em Constantinopla, obra de Jean-Joseph Benjamin-Constant, 1876. (Museu dos Agostinhos, Toulouse, França)

Hoje, na história, em 29 de maio de 1453, a espada do Islã conquistou Constantinopla. De todas as conquistas do território cristão pelo Islã, essa foi de longe a mais simbolicamente significativa. Pois não só Constantinopla era uma extensão viva e direta do antigo Império Romano e atual capital do Império Romano Cristão (ou Bizâncio), mas suas muralhas ciclópicas haviam impedido o Islã de entrar na Europa através de sua entrada oriental pelos sete séculos anteriores, começando com o primeiro cerco árabe de Constantinopla (674-678).

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Herodes, o Grande e Mariana I: o amor que se transformou em obsessão

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Detalhe de “Mariana deixando o tribunal de Herodes”, obra de John William Waterhouse, 1887. Localização desconhecida. (Domínio Público/Pinterest)

Está história, que se passa na Antiguidade, fala de como o amor pode se transformar em doença e ter consequências nefastas para todos os envolvidos. Também fala de como um rei pode se apegar ao poder e ser manipulado por uma mulher sem ao menos perceber…

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Quinta da Boa Vista, um palácio pra lá de assombrado

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Vista aérea do precioso Museu Nacional do Rio de Janeiro, um dos mais antigos do Brasil, com o estádio do Maracanã ao fundo, em 3 de setembro de 2018, um dia depois de um enorme incêndio ter atingido o prédio. (Foto de Mauro Pimentel/AFP/Getty Images)

O Brasil com suas inúmeras fazendas onde centenas de negros africanos foram escravizados, torturados, humilhados e mortos pode ser descrito como um dos países mais mal assombrados do mundo. Além das assombrações de escravos, nosso país conta com um vasto folclore com as mais diversas criaturas bem menos amigáveis do que escritores como Monteiro Lobato fizeram parecer.

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