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O escândalo do primeiro reinado: a marquesa de Santos (1797-1867)

Detalhe do retratao da Marquesa de Santos atribuído a Francisco Pedro do Amaral.
Detalhe do retrato da Marquesa de Santos atribuído a Francisco Pedro do Amaral, c. 1820-29. A obra pertence ao acervo do Museu Histórico Nacional. (Reprodução/Google Arts & Culture)

A marquesa de Santos foi por sete anos a principal amante do imperador d. Pedro I. O caso amoroso tornou-se tão público que acabou ganhando repercussão nacional e internacional, tornando Domitila uma das principais personagens do Primeiro Reinado, e também uma das mais polêmicas mulheres que já viveram em nosso país. Entretanto, sua vida não se resume a esse período…

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Inês de Castro, a paixão que causou uma guerra

Detalhe da tela “Drama de Inês de Castro”, por Columbano Bordalo Pinheiro, c. 1901-04. (Reprodução/Wikipedia Commons)

A história de Inês de Castro e d. Pedro I de Portugal evoca a velha tragédia de apaixonados que não podem ficar juntos. É um Romeu e Julieta às avessas, uma vez que a morte de Inês em 1355 não forjou uma paz entre as famílias conflitantes e sim uma guerra entre pai e filho. Conflito este que quase dilacerou um reino.

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Imagem meramente ilustrativa. Fotografia de Chris Liverani do site Unsplash.

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O que aconteceu depois da morte de d. Leopoldina?

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Gravura de Jean-Baptiste Debret retratando detalhes a respeito dos funerais de d. Leopoldina. No alto, ao centro, o armário mortuário onde ficou o caixão com os restos mortais da imperatriz até a demolição do Convento da Ajuda. Nas imagens laterais, detalhes do espaço fúnebre. Abaixo, o referido Convento da Ajuda e o comboio que levou o corpo de d. Leopoldina da Quinta da Boa Vista até o local de seu sepultamento. Descrição extraída do livro D. Leopoldina: a história não contada de Paulo Rezzutti. Imagem extraída do site Recifio.

Leia a primeira parte clicando no link a seguir: http://bit.ly/2t8EQrW

Com a morte de d. Leopoldina todo o Rio de Janeiro se entristeceu  e cobriu-se de luto. Todas as bandeiras foram içadas a meio mastro, os canhões de terra e mar disparavam a cada dez minutos e os tribunais foram fechados por oito dias em sinal de respeito e luto. Logo depois da imperatriz dar o último suspiro cabia aos ministros e aos funcionários da corte decidir o que fazer com o corpo. Eles decidiram começar a emitir ordens quanto ao seu funeral. É interessante notarmos que o corpo da imperatriz não foi embalsamado, mas em contrapartida foi emergido em “espírito de vinho e cal” e preparado com aromas.

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A morte da imperatriz mais amada do Brasil

Detalhe da tela ”Dona Leopoldina de Habsburgo e seus filhos”, de Domenico Failutti, 1920. (Reprodução/Wikipedia Commons)

Com certeza a morte de d. Leopoldina foi um dos eventos mais dramáticos do Primeiro Reinado. Em 11 dezembro de 1826 uma jovem loira e de olhos azuis de apenas 29 anos morreu em meio a convulsões e delírios na Quinta da Boa Vista. Ela era a sofrida esposa de d. Pedro I e é conhecida por ter sido a primeira imperatriz do Novo Mundo.

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